Pular para o conteúdo

Bolacha Doce assina Rasante, o álbum de Fatel

Um trabalho feito com muita calma, com gente de verdade, diz o artista. É o primeiro disco documentado com o selo da casa, e está em todas as plataformas.

Fatel de olhos fechados, diante de uma rocha
Foto: Lígia Rizério

Rasante, de Fatel, é o primeiro trabalho documentado com o Bolacha Doce, o selo musical da Bosque Produtora. O álbum saiu em 24 de julho de 2026 e está em todas as plataformas: dez faixas, 44min22s, distribuição da ONErpm.

A produção artística é de Fatel e Tarcísio Santos. A capa é uma foto de Lígia Rizério, que também assina as imagens desta página.

Um disco povoado

Passam pelas dez faixas Josyara, Guigga, Ivan Sacerdote, o Grupo Ofá, Cicinho de Assis e Mário Soares. Duas das canções não são de Fatel, e vale dizer de quem são, porque o player não diz: “Cobra Coral” é de Waly Salomão e Caetano Veloso, e “Olha pro Céu”, de Luiz Gonzaga e José Fernandes de Carvalho.

O Rasante é pra mim um símbolo de resistência. Um trabalho feito com muita calma, uma música feita com gente de verdade, de uma poesia e de uma musicalidade que não busca retratar o Nordeste ou o Sertão, mas falar e cantar o Brasil a partir dele.

— Fatel

Rasante está no Spotify e nas demais plataformas. Sobre o selo, veja a página do Bolacha Doce.